segunda-feira, 19 de julho de 2010

MINAS CELTA 2010


No fim de semana passado (17/07 e 18/07), um grupo de amigos se reuniu para reviver a cultura celta em Inácia de Carvalho, Pedro Leopoldo – MG, no evento Minas Celta. Organizado com muito amor pelo meu amigo Pã. Muita música, assados, pães, frutas e vinho, muito vinho. Todos se caracterizaram como manda o protocolo, fantasiados de guerreiros e damas com longos vestidos bem bordados. Eu, como sempre, todo de preto, como um cavaleiro negro, e com manto tartã vermelho à moda dos celtas das Highlands escocesas.

Quando cheguei, deslumbrei-me com o espaço que estava caracterizado como um castelo com temáticas medievais e uma lareira. Espadas, machados e um escudo faziam parte da decoração. Acima da lareira um conjunto de armadura espanhola figurava em sua beleza para todos que a viam. O dono do espaço era artesão das antigas, faz figuras em couro cru com temas medievais. Em uma das paredes havia um grande painel ilustrando o Rei Davi contra os Assírios como se fossem cavaleiros cruzados, muito bonito, por sinal. Tirei fotos de tudo e de todos.

A noite estava clara e alta (As conversas estavam melhores e o vinho descia muito bem) quando vi um meteorito riscar o céu e nos oferecer um clarão magnífico como os flashes das câmeras que não paravam de fotografar os momentos. Acho que a natureza fazia seu papel ao nos brindar com tal maravilhoso fenômeno. Alguns dançavam ao redor da fogueira ao som da música celta e outros se deliciavam com o narguilê. Então, na alta madrugada, todos foram chamados para se sentarem ao redor da fogueira, ouvir algumas palavras do organizador (Pã) e apreciar o som da banda Barbarian Warriors in Search of Wisdom (Folk metal) em acústico. Tocaram 5 músicas e voltamos às conversas.

Fui dormir às 3:30 da manhã ao som da música celta que não parou. Acordei com Back in Black do ACDC (Não tinha melhor música!). Café da manhã: frutas, frutas e mais frutas. Foi o café mais saudável que já tomei. Depois... um bom vinho chileno para aguardar o almoço. O almoço foi frango e trutas assadas (Que delícia de peixe!!!!).

A tarde chegou e tive que montar meu cavalo de aço para chegar em casa. Gostei tanto da minha indumentária que vim para casa com ela e só tirei para me banhar. Concluindo, o evento foi muito gostoso e vai ficar na lembrança junto do desejo de retornar no próximo ano para MINAS CELTA 2011. Fad saol agat, Minas Ceilteach!!!! Fad saol agat, mo chara Pan!!!!

BALADA DO GUERREIRO




Do alto da montanha

Entre nuvens volumosas

Desce Neitin agitando

Sua espada

E comandando a batalha

Nossos cânticos ouvidos

Preparados para

A guerra

Corações destemidos

Animados pela morte

Seguimos o destino

De guerreiros

Gloriosas batalhas

Amigos perdidos

As canções nos lembram

O sangue derramado

Neitin exorta, clama, grita

E a floresta cai

Os inimigos em temores

Se retiram

E de longe ouvem

As nossas vitórias

A espada é a lei

O escudo minha fé

Meu coração pranteia

Os mortos

Que são confiados a Don

Que corre os campos

Desligando as almas

De meus nobres companheiros

Meus olhos vêem

Minha boca canta

Minha mão sacode

A espada violentamente

Enquanto cantamos

Nossos feitos

Na fogueira

Em festa noturna

Para sermos lembrados

Até o fim dos tempos.

sábado, 17 de julho de 2010

Site Apolo 11

Site muito legal com assuntos relacionados aos fenômenos naturais terrestres e outros espaciais. Monitoramento de clima, do comportamento do sol e de terremotos (O que acho mais interessante.) O endereço é: http://www.apolo11.com/ Se quiser ver somente os terremotos, vá direto para este endereço: http://www.apolo11.com/terremotos.php.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A NOITE DOS DOIDIVANAS

Hoje, vou deixar neste blog um ensaio poético escrito por mim há muito, muito tempo atrás...

A NOITE DOS DOIDIVANAS

A noite vai se agigantando lá fora. Está um pouco frio também. O inverno já devia ter levado as malas, mas, ao que parece, ele não quer nos largar assim tão fácil.

Por entre as sombras das ruas, embaixo das luzes dos postes testemunhas, passeiam vultos gritantes. Passeiam como se a vida ainda estivesse desejando algo mais. Vultos disformes, corujas rabujentas, pessoas desligadas, justificando seu prazer em gritos noturnos.

A noite ainda está em seu começo. A escuridão não é só o oposto da luz, mas um contraste sibilino para a minha mente. Uma oposição filosófica terrível. Algo que não se pode definir justamente em palavras. Afinal, a distinção entre os dois lados de uma mesma moeda só é feita através da contravenção de uma lei da física. Seria, então, inaceitável uma explicação delongada para isto.

Aqui, entre quatro paredes, estou protegido das insanidades. Meto meus fantasmas no armário, dependuro meus horrores no guarda-roupa, amasso meus medos e lanço-os fora. E, no outro dia bem cedo, vou ao armário, depois ao guarda-roupa e depois ao lixo para recolher os cacos desta personalidade normal.

Uma leve dor de cabeça me acomete neste momento. Penso em várias coisas e não decido em que pensar primeiro. Talvez pense no sábado de manhã ou a tarde deste sábado ou mesmo a noite de sábado, que nada tem dos “Embalos de Sábado à noite”. Talvez pense no livro que tenho que ler amanhã, talvez não pense em nada. Talvez o talvez seja apenas mais um talvez entre tantos outros em minha vida.

Os vultos ainda perambulam rua afora. Ainda gritam algumas coisas estranhas, cantam outras músicas exóticas, incompreensíveis... descem a passos bêbados, trôpegos, banhados na cerveja ou na aguardente “de sabão” de algum boteco copo-sujo qualquer. Provavelmente, mandaram pendurar na conta e o maço de débito se avoluma na gaveta vazia do botequeiro. E na parede está escrito “Não vendo fiado”. Coitado deste que agüenta choradeiras de angustiados, resmungos de depressivos, reclamações de maníacos ou conversas bestas de pessoas vazias.

O boteco é um universo único. A noite é o seu mundo. Um macrocosmo impressionante onde se reúnem todos os seres problemáticos deste planeta. Cada qual com seus problemas, suas neuroses, suas ilusões, seus amores, seus mesmos copos, suas cadeiras, mesas e seus tira-gostos mergulhados na gordura meio-endurecida. Ninguém reclama se o copo foi usado, se o prato foi mal lavado, se a cadeira está com um pingo de gordura ou se a mesa está com poeira. Todos em uma completa confraria pela bebedeira esperam a noite crescer, crescer e crescer em uma narcose alcoólica para esquecer de suas vidas à luz.

A noite vai se agigantando cada vez mais lá fora. Por entre as sombras das árvores que vejo, embaixo das luzes dos postes, testemunhas oculares, passeiam vultos da grita. Passeiam como se a vida ainda não fosse algo mais. Vultos disformes aparecem e desaparecem, corujas rabujentas, pessoas largadas, justificando seu prazer em gritos de dores noturnas.

Corpos vestidos de noite ocultam as mais tênues características humanas. A fragilidade e a solidão. São perseguidos de perto por elas e abraçados uns aos outros mergulham ladeira abaixo procurando abrigo nos vãos.

Filosofia de vida: a vida é bem melhor assim, se fôssemos eternos, seríamos as pessoas mais chatas deste universo imenso.

terça-feira, 13 de julho de 2010

DIA MUNDIAL DO ROCK

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.

Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Então, Let's Rock!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O QUE OS ESTRANGEIROS PENSAM DE NOSSO PAÍS

Há muito tempo eu sei que os estrangeiros nos conhecem por causa de Pelé, Carmem Miranda, Samba, Carnaval e outras coisas. Dizem que somos farristas, não gostamos de trabalhar, só sabemos jogar futebol (Campeões do mundo, né!) e que aqui é um lugar de muita mulher bonita e liberal, como mostram as fotos com biquínis miúdos nos panfletos turísticos deles (Não é novidade que o nosso país é tido como rota do turismo sexual mundial, infelizmente). Para ilustrar o absurdo a que chegam vou contar uma: Certa feita, fiquei sabendo que em um intercâmbio, uma dinamarquesa recebeu de sua mãe um pacote contendo fitas e papéis para que ela embrulhasse os presentes que iria enviar para aquele país. Em comentário dizia que o Brasil só tinha selvas e índios. Pode isso?

Recentemente um episódio me chateou bastante. Um ator, que eu considerava muito, foi infeliz ao comentar em seu programa como o Brasil conseguiu sediar as Olimpíadas de 2016. Robin Williams, seu nome, disse: “Espero que ela (Oprah) não esteja chateada de perder as Olimpíadas. Chicago enviou Oprah e Michelle. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”. Não quero saber se o cara não tem crédito ou é um drogado, bêbado, etc, etc... Quero dizer que esta é a idéia que eles têm de nós lá fora.

Quando eu achava que já não havia mais nada para ver, ouvir ou ler, vem outra: Um Dj da equipe de 50 Cent causou polêmica ao afirmar, via Twitter, que "o Brasil só é conhecido por sexo, mulheres, AIDS e futebol". Esta declaração foi do DJ Whoo Kid, que trabalha com o rapper e vem ao Brasil para participar da turnê do cantor. Francamente!!!!

terça-feira, 6 de julho de 2010

A VERDADEIRA DÍVIDA EXTERNA

Acabei de ler um texto interessantíssimo colhido no site http://resistir.info/ (que já indiquei antes como utilidade pública). A suposta autoria dele é o Cacique Guaicaipuro Cuautémoc, chefe indígena. Afirma-se que é uma lenda da internet ou um fake, se preferirem. Guaicaipuro é o nome de um cacique dos índios teques da Venezuela e Cuautémoc (em nahuatl, "águia que desce") é um líder asteca, morto por Hernan Cortez. Dizem que foi proferido pelo mesmo numa conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002 em Madri.

Bom, verdadeira ou não, há que ser comentado, pois é um texto de profundidade histórica muito bem elaborado no que tange a colonização das Américas pelos europeus e o massacre dos povos aborígenes que aqui viviam. O texto relata que os europeus devem à América e não o contrário, uma vez que, para sustentar a máquina econômica defeituosa do velho continente, houve um repasse gigantesco de metais preciosos provenientes do novo mundo. Isto tudo às custas de muito sangue indígena. O texto ainda dá algumas boas alfinetadas nos esnobes europeus (Nem todos, há pessoas conscientes neste lugar também) alegando que são maus administradores por não poderem saldar a dívida contraída e que possuíam uma cultura atrasada se comparada, por exemplo, aos mulçumanos, contra quem guerrearam por anos.

Quem quiser ler o texto, vai aqui o link: http://resistir.info/mexico/cacique_port.html

segunda-feira, 5 de julho de 2010

SER OU NÃO SER PROFESSOR, EIS A QUESTÃO?

Parafraseei Shakespeare para escrever sobre esta questão tão importante. Aproveitando que Euler falou sobre o assunto, vou tratar disto aqui também. No seu blog, Euler traz um post falando que a baixa remuneração ameaça a carreira dos professores afastando candidatos dos cursos de graduações com licenciaturas. Realmente, ouve-se muito pouco ultimamente aqueles que desejam ser professor. Antigamente era comum em sala de aula ver alunos com este sonho. Hoje querem ser tudo, menos professor. Seja por baixos salários, pela violência ou por falta de perspectiva de uma carreira satisfatória financeiramente ou todos juntos, estão se distanciando cada vez mais da vontade de ser este profissional.

Nos últimos anos as estatísticas mostram que os cursos de licenciaturas vêm minguando em número de alunos, chegando ao ponto de serem fechados. Se continuar assim, em breve haverá carência de professor em todas as áreas. Será caçado como animal raro e valerá peso em ouro. Por outro lado, vejo um contraponto terrível, poderemos voltar ao que era no início da década de 90, quando profissionais de áreas completamente diferentes da educação entravam em sala de aula para ensinar. A exemplo disso, vi muitos engenheiros em aulas de Matemática e advogados com a Língua Portuguesa. Observado por esta ótica será caótico o retorno da desfiguração do professor. Chamo de desfiguração, pois estamos numa era em que é necessária uma ação didático-pedagógica consciente para atuar, se não for um professor de verdade, isto se perde.

Observo, porém, que este fenômeno não exclusividade brasileira, está acontecendo em outros lugares também. A Alemanha vive este drama, falta professores, principalmente nas áreas exatas e ciências naturais. Os licenciados neste país (26.000 por ano) não suprem o necessário e brevemente haverá carência em diversos conteúdos. Lá, os motivos para afastamento da área educacional são semelhantes aos apresentados aqui no Brasil. Acho, agora, que professor é professor em qualquer lugar. Em Portugal, a carência também é preocupante. Não busquei informações de outros países para não delongar este post, mas podemos supor que a situação não é muito diferente. No Brasil já é constatada a falta de professores no Ensino Médio, é tanto que o MEC tem projetos de licenciaturas à distância com a Universidade Aberta do Brasil. Em certas regiões é tão dramática esta carência que egressos do Ensino Médio são contratados para dar aulas para Ensino Fundamental e Médio também. O desinteresse pelas licenciaturas reduziu drasticamente o número de candidatos por estes cursos, segundo o Censo de Educação Superior. Se esta procura despencar ainda mais, a falta de professores será evidente nos grandes centros dentro de alguns anos. Digo grandes centros porque no interior isto já acontece. Outro fato importante para ser dito é a fuga de profissionais da educação que acontece frequentemente. Seja por outros concursos ou para a iniciativa privada, os docentes estão procurando melhores condições financeiras e de valorização. Estes postos de trabalho desocupados não estão sendo preenchidos na mesma medida em que se tornam vagos.

Após tudo o que foi dito podemos concluir que, se não houver políticas públicas que visem atrair pessoas para a docência, todo o planejamento educacional do país para atingir os níveis internacionais estarão comprometidos, portanto, possíveis candidatos a presidência, aos governos estaduais, a deputados e senadores, façam propostas com vistas a melhorar a educação como um todo e não aplicações de projetos ilusórios que nunca dão certo, busquem valorizar o profissional que é a base de todos os outros necessários ao país.

domingo, 4 de julho de 2010

O patriotismo brasileiro e a copa do mundo

Nesta época todo o comércio se enche de “orgulho” (dinheiro) por vender fantasias de patriotas para a população brasileira. Camisas, bandeiras, blusas, calças, sapatos, chinelos, cornetas, apitos, tudo verde e amarelo. As ruas se decoram, se pintam muros e meio-fios, se pintam as caras dos animados torcedores da seleção. A bandeira nunca nos dá mais orgulho de estar desfraldada do que neste período mágico. A copa do mundo de futebol... Aí está a origem de todo este sentimento. Da histeria coletiva em cada grito de gol da seleção. É neste período que todos dizem ser brasileiros, com ares nos pulmões reservados para o grito de campeão. O país, então, pára para (Ainda acho estranho a nova ortografia e escrevo como antes) cada jogo da seleção canarinho, nada funciona, nada...

Afinal, o patriotismo brasileiro é só durante a copa? Parece que sim. Quando acaba a copa (ganhando ou perdendo), acaba tudo... Recolhem-se as bandeiras, guardam-se a bugigangas e outras coisas que trazem as cores do nosso país e voltamos para a nossa vida cotidiana como se nada tivesse acontecido. Como disse antes havia uma fantasia de patriota a ser vendida e ela está à disposição de qualquer um nesta época. Não vejo ninguém se interessar pela bandeira nacional em outras épocas e muito menos gostar de cantar o Hino Nacional com tanto fervor. Precisamos de leis para tornar obrigação o que podíamos fazer por amor à pátria (Lei 12.031/09). Aí que se perde o ufanismo inicialmente descrito... Não haverá outro interesse pela pátria Brasil até a próxima copa. Vez por outra, um pingo deste sentimento vem à tona com a seleção de vôlei, entretanto, não é a mesma coisa... Não se vê a mesma emoção demonstrada da mesma forma que pela seleção de futebol.

A saber, é nesta época que acontecem as votações mais importantes do Congresso Nacional e de outros representantes legislativos pelo país. Longe dos holofotes da imprensa (Não que haja um comprometimento da mídia no interesse público) e da cobrança da população desligada de tudo, eles fazem o que bem entendem, inclusive um aumento das despesas pessoais, digo salários e outros benefícios, a que, estranhamente, fazem jus.

Não há como afirmar o patriotismo brasileiro de forma pura, sequer podemos afirmar que o patriotismo demonstrado acima é real. Não temos uma tradição de respeito à pátria. Ainda vivemos o revisionismo no qual toda a história está sendo recontada com os detalhes que apagaram e atrocidades que estão, até hoje, tentando jogar para debaixo do tapete. Nesta recontação vivemos momentos em que heróis são desconstruídos e outros aparecem para ocupar o seu devido lugar. Porém, os heróis da pátria, na boca do povo, têm nome, ou melhor, alcunhas: Pelé, Garrincha, Tostão, Didi, Zico, etc... Por aí vai a galerinha das copas passadas sendo lembrada no panteão dos deuses do futebol brasileiro.

Bom, mesmo com esta divagação um tanto depreciativa, digo que sou brasileiro e me ufano de minha pátria. Adoro meu país e gostaria de fazer alguma coisa a mais para mudá-lo e faço o que posso. Sou professor e trabalho as mentes de um país sofrido por causa da corrupção e pela falta da ética política, buscando transformá-las em pessoas críticas (ou, o mínimo, menos alienadas) e preparadas para as mudanças que enfrentaremos no futuro. Sinto que alguma coisa vai acontecer ou está acontecendo. As coisas vão tomar um novo rumo e, quem sabe, nosso povo vai olhar para esta terra com orgulho, bater no peito e dizer, com a mesma vontade que existe no período da copa, em qualquer época de sua vida: EU SOU BRASILEIRO!!!!!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"DÁ" COM UMA MÃO E TIRA COM OUTRA

O governador sancionou a lei LEI Nº 18.975, DE 29 DE JUNHO DE 2010 (Clique no sublinhado para acessar a lei. Se quiser ler somente as tabelas, clique aqui!) que define a nossa remuneração como subsídio a ser pago a partir de janeiro de 2011. Entretanto, a secretária Renata Vilhena convocou os representantes dos sindicatos para anunciar que o governo não poderá reposicionar os servidores este ano como manda o Decreto 45274/09. Justificativa: ANO ELEITORAL! Que merda é esta? Quando se trata de benefício aos servidores tem muitas justificativas: Lei de Responsabilidade Fiscal e Ano Eleitoral. Para outras coisas nada disto parece existir. Estas coisas chateiam demais a todos nós, fica evidente como nos fazem de palhaços (Todos nós contávamos com este ganho a mais para aliviar as contas e tentar nos divertir um pouco até o subsídio chegar)... Pois é, isto tem que acabar, a política exige a participação de todos para que haja a verdadeira democracia, criticar e virar a cara, não adianta, dizer que não gosta de política, não adianta, viver em função de esperança, não adianta. O que funciona é ir de cara e fazer a política funcionar em favor dos interesses da maioria e evitar que calhordas se aproveitem de nossas fraquezas para fazer o que bem entendem, até dominar os três poderes: EITA, DITADURA DEMOCRÁTICA?