2010 – Ano estranho. Passou rápido ou eu que nem percebi os 365 dias habituais que passamos ano após ano? Só sei que estou há poucos dias de 2011.
Este ano que passou parecia um carro desgovernado, ou como preferia Raul Seixas, carroça que perdeu o condutor. Ele sabia o que dizia, naquela época, o mundo parecia estranho e se estivesse vivo hoje acharia que o mundo enlouqueceu de vez e pediria pra parar, desceria na primeira estação espacial e pediria uma bebida. Bem, foi um ano atípico (Na verdade, todos os últimos anos tem sido atípicos). Aqui em Minas fizemos greve, estive de férias, elegemos a primeira presidente do Brasil, Dilma Roussef, Tiririca, deputado, assistimos Tropa de Elite 2 e Tropa de Elite 3 ao vivo, vimos a primeira copa do mundo no continente africano, na castigada África do Sul e Espanha campeã, terremoto no Haiti, no Chile e em outras partes do mundo, o maior desastre ecológico da história, morte de José Saramago, morte de meu pai, morte de um tio meu, o caso Bruno, o resgate heróico de mineiros chilenos soterrados, o fim oficial da “pandemia” de H1N1, a famigerada gripe suína, chegamos à fabulosa cifra de 190.732.694 habitantes, segundo o IBGE e fechamos o ano com o aumento dos deputados, senadores e alto escalão do executivo que ficaram entre 60% a 144% de acréscimo legal. Agora sim, podemos dizer que foi um ano movimentado. O fechamento foi fabuloso, ainda estamos entalados com o aumento desses caras e nem com o melhor vinho conseguimos engolir esta história.
2011, espero que seja mais calmo. Não vou arriscar previsões... Vou tomar um chá e dormir. Feliz

