quinta-feira, 23 de julho de 2009
CINEMA 2009 - IV
A aventura de Harry continua tão misteriosa quanto antes. De todos os filmes da série este é o mais sem graça. O cinema não traduz a emoção da literatura. Ainda vale a fantasia, entretanto é um filme fraco com enredo chato. Não sei por que, mas todos os filmes do Harry, para mim, sempre aparece faltar alguma coisa. Não sei explicar... é uma coisa muito estranha. O pior é que isto não é uma série televisiva e isto impede maiores conjecturas em busca da resposta! Desta vez o grupo de amigos se envolve pra valer nos laços amorosos: Hermione com Ron e Harry com Gina. Enquanto isto, como não podia faltar, o fantasma de Voldemort vive assombrando a todos. Desta vez, um complô entre uns velhos inimigos, Draco e Severo para matar Alvo Dumbledore movimenta o clima de mistério em torno de Harry. Infelizmente, Harry não consegue impedir a ação e Alvo é morto por Severo. Ele até tenta, mas não consegue. O título: Um novo professor de poções é contratado, Horácio Slughorn, na verdade é um antigo, do tempo de Tom Riddle (Lord Voldemort) e Harry deve ser seu aluno. Chegando em sua aula, Harry tem que pegar um livro no armário e o livro era de um misterioso príncipe mestiço. As anotações intrigam Harry e este só descobre que o príncipe é Severo Snape no fim desta aventura. Nota: 05.
TRANSFORMERS – A VINGANÇA DOS DERROTADOS
É um filme de muita ação e pouca lógica de enredo. Pra falar a verdade o enredo é fraco e chato. O que vale é a ação, muita ação, muita movimentação daqueles robôs gigantes e em muitas cenas que nos abrem a gargalhada de tão engraçada. A luta entre os Autobots e os Decepticons é um espetáculo de imagens. Porém, ver soldados do exército americano enfrentando aquelas máquinas gigantescas com metralhadoras é no mínimo estranho. É como se fossem formigas numa guerra de humanos. Havia algo de estranho neste, os Decepticons já organizava seu próprio Exterminador na pele de uma loirinha deliciosa, imaginei que isto traria novos rumos para os robôs, entretanto a figura fica perdida numa batida de carro. Gostei das imagens e, principalmente da mocinha Mikaela Banes (Megan Fox), que deixava os nossos olhos grudados na tela. Fora isto só as máquinas da Chevrolet roubavam a cena. Este Merchandising provavelmente quase quebrou a empresa, mas vale conferir a beleza do Camaro e as novidades em minicarros que ainda vão ser lançadas no mercado: Chevy Trax e Chevy Beat (Estes dois eram os gêmeos mai hilários do filme). Nota: 06
segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
BESOURO
quinta-feira, 9 de julho de 2009
CINEMA 2009 - III
EXTERMINADOR DO FUTURO 4 – A SALVAÇÃO
A continuação da série continua sendo uma boa opção de diversão na telona. Desta vez nós estamos no futuro numa guerra terrível contra as máquinas. John Connor, interpretado por Christian Bale (aquele do Batman) é um homem importante na resistência humana. A Skynet ainda procura uma forma de exterminar a raça humana e concebe um andróide com aparência humana perfeita. Este, interpretado por Sam Worthington, é uma máquina com consciência de homem. Isto prediz a criação da série T-800 que foi o sucesso das três séries anteriores na pele de Arnold Schwarzenegger. Neste, a humanidade resiste e o andróide se junta à causa humana. Vale lembrar que Arnold, atual governador do estado da Califórnia nos EUA, disse que não mais atuaria, porém, para alegria dos fãs, ele faz uma pequena, por que não dizer curtíssima, aparição no fim do filme para consagrar o clássico dos Exterminadores. A boa atuação fica por conta do andróide humano. Connor fica meio apagado durante o filme limitado às cenas de ação extrema ligando a pessoa ao filme que o levou ao estrelato: Batman. Não sei se foi uma boa escolha. A história não termina desta vez. Parece que há uma brecha para outro. Esta guerra é interminável. Nas condições apresentadas só há uma saída: voltar ao passado e destruir qualquer vestígio de uma Skynet. Ops... já tentaram... Que pena... Outra opção: A humanidade sucumbe diante das máquinas... Fim. Vamos aguardar. Nota 6.
A MULHER INVISÍVEL
Uma maravilhosa comédia protagonizada por Selton Mello. Contando ainda dom Vladimir Brichta, Luana Piovani, Maria Manoella e Fernada Torres temos uma filme que é diversão garantida e vale cada centavo gasto. A atuação de Selton nos faz rir do início ao fim, principalmente nas tomadas públicas em que ele contracena com a mulher invisível. Vamos ao enredo: Pedro (Selton) é um homem sensível e apaixonado pela mulher. Um dia ela o abandona e vai embora morar com um milionário alemão. Vitória (Maria) é sua vizinha infeliz, casada com um policial rude e mal educado. Carlos (Vladimir) é um mulherengo e melhor amigo de Pedro. Lúcia (Fernanda) é irmã de Vitória. Amanda (Luana) é a mulher invisível. Após o abandono da mulher, Pedro tenta se adequar à vida de solteiro e Carlos se encarrega de ajudá-lo a se enturmar. Depois de várias tentativas, Pedro se desespera e se isola. Então, aparece a mulher perfeita (E deliciosa!): Amanda. Esta é fruto de sua imaginação, porém ele acredita na sua existência. As cenas que se seguem são hilárias. Depois de muitas confusões, Pedro se dá conta da sua loucura e se isola novamente. Agora, aparece Vitória. Como ela aparece em situação idêntica a Amanda, ele acha que ela também não existe e tudo se complica. Porém, como é uma comédia romântica, diante de tantos desencontros, acabam juntos no final. Chega de detalhes, vão ao cinema prestigiar o cinema brasileiro. Nota 10.

